Introdução
É comum ouvir que o CVT esquenta mais que um câmbio automático convencional. Isso tem fundamento técnico, e entender por que ajuda a cuidar melhor do sistema.
O atrito constante da correia e das polias
Diferente de um câmbio com marchas fixas, o CVT trabalha com atrito contínuo entre a correia (ou corrente) e as polias variáveis. Esse contato constante gera mais calor do que o acoplamento de engrenagens fixas.
Trânsito parado agrava o problema
Em situações de trânsito parado e retomadas constantes, comuns em São Paulo, o CVT trabalha bastante mas com pouca ventilação natural, favorecendo o acúmulo de calor.
O papel do fluido na refrigeração
O fluido do CVT não só lubrifica como ajuda a dissipar calor. Fluido degradado ou em nível baixo perde parte dessa capacidade, tornando o sistema mais propenso a superaquecer.
Sinais de que o calor já está afetando o sistema
Perda de potência temporária, modo de segurança acionado após uso prolongado, ou cheiro de queimado são sinais de que o calor pode estar comprometendo o desempenho.
Conclusão
Manter o fluido em dia é a principal forma de evitar que o calor natural do CVT se torne um problema real. Se seu carro apresenta sinais de superaquecimento, um diagnóstico técnico identifica a causa.
Precisa de ajuda com o seu cambio automatico?
Falar pelo WhatsApp